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História das Idéias Pedagógicas no Brasil
Índice do Livro
LISTA DE SIGLAS
PREFÁCIO
INTRODUÇÃO
1. Configuração do projeto
2. Questões teóricas relativas ao conceito de história das idéias pedagógicas e à perspectiva de análise
3. A questão da periodização na história das idéias pedagógicas no Brasil
4. Conclusão
PRIMEIRO PERÍODO
AS IDÉIAS PEDAGÓGICAS NO BRASIL ENTRE 1549 E 1759: MONOPÓLIO DA VERTENTE RELIGIOSA DA PEDAGOGIA TRADICIONAL
CAPÍTULO I
COLONIZAÇÃO E EDUCAÇÃO
1. A unidade do processo no plano da linguagem: a raiz etimológica comum à colonização, educação e catequese
2. Colonização e educação no Brasil
CAPÍTULO II
UMA PEDAGOGIA BRASÍLICA (1549-1599)
1. A educação indígena
2. As ordens religiosas e a educação colonial
3. Uma pedagogia brasílica
CAPÍTULO III
A INSTITUCIONALIZAÇÃO DA PEDAGOGIA JESUÍTICA OU O
RATIO STUDIORUM (1599-1759)
1. Antecedentes do Ratio Studiorum: modus italicus versus modus parisiensis
2. Abrangência das regras do Ratio Studiorum
3. Sentido e êxito do ideário pedagógico do Ratio Studiorum
SEGUNDO PERÍODO
AS IDÉIAS PEDAGÓGICAS NO BRASIL ENTRE 1759 E 1932: COEXISTÊNCIA ENTRE AS VERTENTES RELIGIOSA E LEIGA DA PEDAGOGIA TRADICIONAL
CAPÍTULO IV
A "MÁQUINA MERCANTE" E AS METAMORFOSES NA EDUCAÇÃO
1. Os jesuítas e o sistema mercantil
2. A administração temporal dos bens divinos
CAPÍTULO V
AS IDÉIAS PEDAGÓGICAS DO DESPOTISMO ESCLARECIDO (1759-1827)
1. Pombal e o Iluminismo português
2. A reforma dos estudos menores
3. Reforma dos estudos maiores: a Universidade de Coimbra
4. Reforma das escolas de primeiras letras
5. As idéias pedagógicas do pombalismo: Verney e Ribeiro Sanches
6. "Viradeira de Dona Maria I" e persistência do pombalismo
7. As reformas pombalinas no Brasil
8. Azeredo Coutinho e o Seminário de Olinda
CAPÍTULO VI
DESENVOLVIMENTO DAS IDÉIAS PEDAGÓGICAS LEIGAS: ECLETISMO, LIBERALISMO E POSITIVISMO (1827-1932)
1. Silvestre Pinheiro Ferreira e o ecletismo esclarecido
2. As idéias pedagógicas nos debates da Assembléia Nacional Constituinte
3. As idéias pedagógicas e o problema nacional da instrução pública
4. A questão pedagógica nas Escolas de Primeiras Letras: o método mútuo
5. As idéias pedagógicas na Reforma Couto Ferraz
6. As idéias pedagógicas na Reforma Leôncio de Carvalho
7. O método intuitivo
8. Um caso paradigmático do ensino privado: o Barão de Macahubas
9. Novas exigências produtivas: abolição e instrução
10. A idéia de sistema educacional: questão não resolvida
11. O advento dos grupos escolares
12. As idéias pedagógicas republicanas: positivismo e laicismo
13. A reação católica
14. As idéias pedagógicas não-hegemônicas
TERCEIRO PERÍODO
AS IDÉIAS PEDAGÓGICAS NO BRASIL ENTRE 1932 E 1969: PREDOMÍNIO DA PEDAGOGIA NOVA
CAPÍTULO VII
FORDISMO, KEYNESIANISMO E A NOVA EDUCAÇÃO
1. Modernização da agricultura cafeeira
2. A questão da industrialização
CAPÍTULO VIII
EQUILÍBRIO ENTRE A PEDAGOGIA TRADICIONAL E A PEDAGOGIA NOVA (1932-1947)
1. Um escolanovista decreta a volta do ensino religioso nas escolas
2. Lourenço Filho: as bases psicológicas do movimento renovador
3. Fernando de Azevedo: as bases sociológicas e as reformas do ensino
4. Anísio Teixeira: as bases filosóficas e políticas da renovação escolar
5. A Associação Brasileira de Educação e os antecedentes do "Manifesto" de 1932
6. O "Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova"
7. A reação católica e a liderança de Alceu Amoroso Lima
8. Francisco Campos, Gustavo Capanema e as iniciativas governamentais
9. Equilíbrio entre católicos e renovadores
10. As correntes não-hegemônicas
CAPÍTULO IX
PREDOMINÂNCIA DA PEDAGOGIA NOVA (1947-1961)
1. Clemente Mariani e a primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
2. O conflito escola particular versus escola pública
3. O Manifesto "Mais uma vez convocados"
4. Predomínio da pedagogia nova e renovação católica
CAPÍTULO X
CRISE DA PEDAGOGIA NOVA E ARTICULAÇÃO DA PEDAGOGIA TECNICISTA (1961-1969)
1. LDB aprovada: o PNE de Anísio Teixeira
2. A CADES e Lauro de Oliveira Lima: Piaget e a escola secundária moderna
3. O ISEB: nacional-desenvolvimentismo e educação
4. Cultura popular e educação popular
5. Paulo Freire e a emergência das idéias pedagógicas libertadoras
6. Apogeu e crise da pedagogia nova
7. O IPES e a articulação da pedagogia tecnicista
QUARTO PERÍODO
AS IDÉIAS PEDAGÓGICAS NO BRASIL ENTRE 1969 E 2001: CONFIGURAÇÃO DA CONCEPÇÃO PEDAGÓGICA PRODUTIVISTA
CAPÍTULO XI
A EDUCAÇÃO NA RUPTURA POLÍTICA PARA A CONTINUIDADE SOCIOECONÔMICA
1. Estado, regime político e desenvolvimentismo no Brasil pós-1930
2. A ESG e a doutrina da interdependência
3. Desfecho da contradição modelo econômico versus ideologia política: o regime militar
4. Emergência e predominância da concepção produtivista de educação
CAPÍTULO XII
PEDAGOGIA TECNICISTA, CONCEPÇÃO ANALÍTICA E VISÃO CRÍTICO-REPRODUTIVISTA (1969-1980)
1. A pedagogia tecnicista: uma visão a partir do movimento editorial
2. Valnir Chagas e as reformas do ensino
3. A concepção pedagógica tecnicista
4. A concepção analítica
5. A visão crítico-reprodutivista
CAPÍTULO XIII
ENSAIOS CONTRA-HEGEMÔNICOS: AS PEDAGOGIAS CRÍTICAS BUSCANDO ORIENTAR A PRÁTICA EDUCATIVA (1980-1991)
1. Organização e mobilização do campo educacional
2. Circulação das idéias pedagógicas
3. As pedagogias contra-hegemônicas
4. Conclusão
CAPÍTULO XIV
O NEOPRODUTIVISMO E SUAS VARIANTES: NEO-ESCOLANOVISMO, NEOCONSTRUTIVISMO, NEOTECNICISMO (1991-2001)
1. As bases econômico-pedagógicas: reconversão produtiva, neoprodutivismo e a "pedagogia da exclusão"
2. As bases didático-pedagógicas: o "aprender a aprender" e sua dispersão pelos diferentes espaços sociais (neo-escolanovismo)
3. As bases psicopedagógicas: a reorientação das atividades construtivas da criança (neoconstrutivismo) e a "pedagogia das competências"
4. As bases pedagógico-administrativas: a reorganização das escolas e redefinição do papel do Estado (neotecnicismo); "qualidade total" e "pedagogia corporativa"
5. Conclusão
CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SOBRE O AUTOR
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Editora Vozes
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